sábado, 23 de abril de 2011

Câmera no manual e mãos à obra!

A atividade dessa semana foi fotografar variando tempo e abertura. O shutter e a abertura fazem total diferença na composição da foto, e podem deixá-las mais claras, estouradas, escuras etc. As fotos abaixo foram tiradas pela manhã, por volta das 10h, em uma das ruas da cidade de Cachoeira-Bahia.
Num primeiro momento, fotografei com ISO 400, F 3.2 e variei o tempo. Quanto maior, menos luz é captada. Eis o resultado:
Shutter em 2000
Shutter em 1000

Shutter em 400


Depois, fotografei com ISO 400, shutter fixo em 1000 e variei a abertura, indo de 3.2 a 8.0. Quanto maior, mais luz é captada. Porém, Ficaram assim:

f/3.2: maior abertura, mais luz.


f/4.5: abertura e luz intermediários
f/8.0: menor abertura, menos luz. A foto parece perfeira, como as cores originais.

sábado, 16 de abril de 2011

Plano Geral e Moldura

As fotos tiradas em plano geral visam mostrar o ambiente e os indivíduos que estão presentes nele. É um tipo de enquadramento usado para mostrar a natureza e monumentos históricos, por exemplo, mas se difere do grande plano geral por incluir as pessoas nesse enquadramento.
A tarefa dessa semana foi enquadrar um plano geral. Escolhi o pátio do campus da UFRB em Cachoeira. O monumento escolhido foi a torre, antes elevador, não utilizado pelos usuários do campus. Eis o resultado:
A outra foto seria um enquadramento tendo como referência uma moldura. Depois de tirar muitas fotos, e não encontrar nenhuma cabível ao trabalho, optei por fotografar a vista de São Félix. Tirei a foto em uma das praças de Cachoeira, e coloquei na lente da câmera um anel, logo, obtive uma moldura arredondada. Eu gostei, espero que esteja dentro da proposta.

domingo, 3 de abril de 2011

A Perspectiva é uma das armas utilizadas na fotografia para conferir volume, profundidade e distância aos objetos. Ela nos permite deixar montanhas do tamanho de pessoas, fazer objetos e pessoas ficarem maiores do que são na realidade ou  ter a visão ampla ou distorcida de uma imagem. É comumente utilizada na fotografia e nos desenhos 
O trabalho da vez foi tirar fotos de um ambiente externo analisando as diferentes formas de perspectiva. O uso da uma câmera digital simples deixou as imagens menos rebuscadas, mas foi possível fazer a compreensão. Fotografamos uma árvore em frente a rodoviária da cidade de Cachoeira-Bahia, pegando a Ponte D.Pedro II e a cidade de São Félix como planos de fundo. Eis o resultado:




Cruz ao alto como ponto de fuga
 




Árvore enquadrada
 

De cima para baixo
 




  
Ponte parece "sair" da árvore


Árvore na palma da mão - Distorção em tamanho
Árvore menor que a abertura entre os dedos
 

 O trabalho foi realizado pelas alunas Karine Simões e Nayá Lôbo, e postado em seus respectivos blogs.




domingo, 27 de março de 2011

E fez-se a luz...

A luz é de extrema importância na fotografia e é ela que define a qualidade da imagem. É possível formar uma bela imagem apenas com jogo de luzes, na medida em que regulamos imagem exposta e sombra. A tarefa aqui foi regular a quantidade de luz em determinado objeto, e, a partir disso, obter imagens diferentes.
Resolvi brincar com um sapato rosa, uma lanterna de celular, uma vela e uma colcha alaranjada. O estúdio foi meu próprio quarto, e as fotos foram tiradas no dia 26/03, por volta das 20h.



A primeira foto foi tirada com a luz do quarto e o flash da câmera. Foi a mais iluminada de todas, e as cores obtidas são as mais próximas do real.

 
Flash da câmera, luz exterior
A segunda foi tirada somente com o flash da câmera. Percebemos que ela fica um pouco mais escura, e as cores quentes se tornam menos vivas.

Flash câmera

A terceira fotografia foi obtida extraindo qualquer tipo de luz externa, câmera sem flash. A luz que se vê foi direcionada perpendicularmente ao objeto, de cima para baixo, e é oriunda de uma lanterna. Vemos que ela é a mais escura de todas e quase que não vemos o volume do objeto.


Apenas lanterna fraca


A imagem a seguir foi a mais misteriosa. Consegui esse efeito posicionando uma vela atrás do objeto e sem qualquer outro tipo de luz. Esse tipo de luz deu ainda mais volume ao objeto, e tornou as cores mais quentes.
Vela posicionada atrás do objeto

A última fotografia foi tirada somente com a lanterna, fazendo uma linha reta com o objeto. Percebemos que ela consegue iluminar apenas a parte traseira do objeto, mas através da sombra que proporciona, confere volume ao objeto.

- Alguém comenta?

domingo, 20 de março de 2011

Janelas para o mundo

A fotografia sempre esteve presente na minha vida, desde quando nasci. O parto da minha mãe foi registrado, e minhas memórias tinham começo ali. Minha família sempre tinha disponível uma câmera, e a cada viagem, vários cliques. A fotografia sempre serviu para eternizar esses momentos.
Quando a ocasião pedia uma foto mais elaborada, contratávamos um fotógrafo para que a foto ficasse digna de álbum, ou com a cara daquelas fotografias do tempo dos meus avós, que as pessoas faziam questão de pendurar na sala de estar. Falando nisso, temos muitos ainda, principalmente de casamentos e formaturas. Mas, pouco a pouco, aquelas molduras enormes deram espaço aos álbuns virtuais. Eles não ocupam espaço e podem ser facilmente manipulados, tornando as memórias mais versáteis.
Para acompanhar a nova era, compramos uma câmera digital. Agora não era mais preciso revelar, podíamos armazenar as fotos, tão quantas elas fossem. Mais que isso, poderíamos fazer poses, escolher ângulos, incluir ou excluir pessoas das fotos, deletar aquela que não ficou boa... Até fingir que fomos a Paris! Ah, quem nunca fez uma montagem para contar daquela viagem mentirosa inesquecível que fez? Eu já.
Ainda hoje fazemos questão de registrar tudo, até os momentos mais bizarros, que normalmente não iriam para o álbum da família. Continua sendo um processo tirar a foto, é preciso esperar todos se organizarem, arrumarem cabelos e roupas e acertar na luz mais adequada. Ainda continuo tímida, é preciso muito blush para sair em uma delas.
Ontem ou hoje, a fotografia me leva pra qualquer lugar, desde o quintal da minha casa, até lugares inimagináveis. Ela foi, e sempre será, minhas janelas para o mundo.